Reflexões virtuais que se vão acumulando como pedra sobre pedra. Ora com mais cimento, ora mais soltas. Sem pretensão alguma, a não ser a de disponibilizar alguma ideia que "peregrine" nesta cabeça sobrelotada... Eu disse... sobreLOTADA!!

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Domingo, 4 de Março de 2007

Ajustar-nos à Cruz - Via Crucis diocesana

De novo um (pequeno) grupo de valentes se fez ao caminho, levando a cruz, a alegria e boa disposição e a vontade de chegar pois a semana passada o Pe. Adelino – Director do Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil – garantia que a alegria da chegada valia bem as bolhas nos pés e outras “mágoas” que aparecessem como marcas do caminho.

É verdade que chegar tem sempre a marca do triunfo, a sensação de ter conseguido, mas de outras alegrias e outras conquistas também se faz o caminho. Logo na reflexão da manhã o Pe. Adelino convidava a deixar as “muletas” para que o caminho fosse feito com liberdade, num andar decidido, ajustando-nos à cruz, pois esse é o repto da Pastoral juvenil para jovens e outros corajosos que queiram percorrer os caminhos da nossa Diocese ajustando os passos do caminhar da nossa vida à orientação que Jesus imprimiu à sua existência no meio de nós e que a Cruz exprime de forma tão significativa na radicalidade da entrega e no abandono confiante ao Pai.

Como o pequeno-almoço não tinha sido cumprido a rigor, a fome começou a fazer parte da comitiva e foi assim que tivemos que proceder ao restabelecer das forças pelo alimento partilhado em piquenique, onde não faltaram algumas especialidades da nossa culinária…

E, quase sem darmos conta (quase não houve bolhas!), vncemos a distância que nos separava do final de mais uma etapa, palmilhando o caminho atentos à natureza que nos rodeava num dia especialmente apropriado para caminhar, pela doçura do tempo e pelo ambiente calmo que nos proporcionou uma bela oportunidade para a reflexão, a oração, o convívio e até uma visita à cultura ancestral assinalada pela anta de S. Gens – outro modo de apontar para a vida no além que a cruz de Cristo nos abre não apenas como aspiração de imortalidade mas como certeza de uma vida que se transfigura em plenitude de Ressurreição, com o Evangelho do Domingo nos lembrava e como reflectíamos com a ajuda do Pe. Adelino, após a chegada à Igreja de Arez, onde nos esperava o Sr. Cónego José da Costa, Pároco de Nisa e anexas (Arez incluída).

Lá deixámos a Cruz, certos que no próximo Sábado, ela ajudará a caminhada de numeroso e animado grupo até Gavião.

Resta agradecer a colaboração de GNR de Alpalhão, Cruz vermelha de Portalegre, CNE de Mouriscas…

Até Sábado.

P. João Maria

publicado por p joaomaria às 00:24
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